A e-misférica solicita ensaios, apresentações de artistas e resenhas. Favor consultar as pautas abaixo para maiores informações. Todos os trabalhos devem ser originais e não publicados previamente e não poderão estar prestes a serem publicados num outro lugar.
A revista lança convocatórias duas vezes por ano (abaixo) que esboçam os temas e os prazos de entrega de trabalhos.
Para receber os anúncios e as convocatórias do Instituto Hemisférico, mande uma mensagem para
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Se você tem interesse em contribuir para a seção Resenhas de e-misférica, cujo conteúdo consiste de resenhas de livros, performances e outros materiais/eventos relacionados a performance nas Américas, favor enviar proposta, amostra de escritura e biografia do autor para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . As propostas devem incluir uma breve descrição do trabalho e a perspectiva do autor sobre ele (150 palavras); uma curta biografia do autor (100 palavras); e um link para um texto publicado do autor, ou um texto inédito como anexo. As resenhas devem ter no máximo 800 palavras (1500 para resenhas de mais de um livro, performance ou filme). Por favor note que a secção de revisão é de natureza acadêmica e não aceita as propostas de artistas para escrever sobre seu próprio trabalho. Contribuições que não se adequem aos critérios editorias da revista não serão consideradas para publicação. Os nossos critérios editoriais, a nossa folha de estilo e uma seleção de livros disponíves para resenhas para o próximo número de e-misférica está disponível aqui, na coluna direita. Nós estamos abertos a outras sugestões e ao envio de materiais antes da data limite.
Convocatôria para resenhas de livros (8.2) (214.47 kB)
(Editora convidada: Rossana Reguillo)
e-misférica está aceitando ensaios acadêmicos, apresentações artísticas/ativistas e resenhas para a sua edição de Inverno 2011, A máquina narco. O “narco” invoca uma paisagem sociopolítica e cultural extremamente complexa nas Américas, indo além da sofisticada máquina de guerra que faz vítimas diárias de maneiras cada vez mais espetaculares e brutais. O “narco” dá nome à ruptura do tecido social como o conhecemos: o crescimento do autoritarismo, a erosão da sociedade civil, a deterioração dos direitos humanos, a transformação de cidades e vilas em regiões fantasmas ou cenários de guerra e o crescimento (ou retorno) da violência expressiva — aquela que não tem nenhum fim utilitário além de exibir os símbolos do seu próprio poder. Os anos 80 viram o surgimento de termos como “narcocultura”, “narcoarquitetura” e os infames “narcocorridos”. Hoje o narco deixou de ser um modificador marginal e se tornou uma presença inescapável no nível capilar das estruturas sociais e políticas, e da sociedade como um todo.
O México é a cena paradigmática do narco atual: a guerra militarizada do Presidente Calderón contra os cartéis já provocou mais de 40 mil mortes (só na cidade de Juárez foram três mil mortes apenas em 2010, dez vezes o número de 2007); corpos degolados e mutilados aparecem pendurados de pontes em Tamaulipas ou Monterrey; notícias de sequestros, corrupção e valas comuns chegam diariamente às páginas da imprensa, e os próprios repórteres são alvos de assassinatos. Mas o México não tem o monopólio sobre essas cenas do narcoconflito: elas atravessam a Colômbia, El Salvador, o Peru, a Argentina e os Estados Unidos. O próprio fenômeno narco não só cruza essas fronteiras como também tende a desafiar e desarticular geografias e políticas centradas no Estado, produzindo suas próprias geografias alternativas de violência e consumo, repletas de múltiplas infraestruturas paralegais e paraestatais. Esta edição de e-misférica se propõe a explorar a capacidade da narcomáquina de produzir uma outra ordem, outros códigos, outras regras e outras gramáticas. Estamos aceitando reflexões e análises de artistas, investigadores e ativistas sobre as maneiras em que a narcomáquina reconfigurou tanto a sociedade como a nossa compreensão do social através de deslocamentos nos campos simbólicos. Estamos interessados em trabalhos críticos, tanto históricos quanto atuais, que examinem os tropos, gêneros e gestualidades da narcomáquina, assim como as maneiras em que esses intervém e transformam as formas representacionais visuais, textuais e corporificadas.
Todos os ensaios passam por um processo de avaliação, e devem ter entre 5000 e 7000 palavras. A data limite para o envio de ensaios é 30 de setembro de 2011. Para contribuir com apresentações multimídia e resenhas, favor enviar uma proposta para os editores até 15 de agosto de 2011, e a data limite para a versão final dos trabalhos é 15 de setembro de 2011. Todas as contribuições, propostas e perguntas devem ser enviadas para os editores no endereço
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. Contribuições que não se adequem aos critérios editorias da revista não serão consideradas para publicação. Os nossos critérios editoriais e a nossa folha de estilo podem ser encontrados aqui. O envio de materiais antes da data limite é muito bem vindo.
(Editoras convidadas: Marianne Hirsch e Diana Taylor)
e-misférica está aceitando apresentações artísticas/ativistas, ensaios bibliográficos e resenhas (livros, filme, performance, artes visuais) para a sua edição de Verão 2012, Sujeitos do Arquivo. Mais do que um repositório de objetos ou textos, o arquivo e o verbo arquivar representam também o processo de selecionar, organizar e preservar o passado. Em anos recentes, porém, o uso do termo “arquivar” tem se expandido, podendo substituir os verbos “salvar”, “conter”, “gravar”, “fazer o upload”, preservar” e “compartilhar”, enquanto o “arquivo” inclui “coleções”, “bibliotecas”, “inventários” e “museus”. Na era digital, o “arquivo” parece transcender de forma mágica as contradições entre o “aberto” e o “fechado”, o democrático e o elitista, o processo de seleção por curadoria e o upload aberto a quem quiser. Mas será que as lógicas de inteligibilidade mudaram para trazer a público o não dito e o impensado? Que transformações sofreram as estruturas de poder que estão por trás das práticas de arquivamento por causa de inovações tecnológicas e criativas nas últimas décadas? Quais são as continuidades que persistem no presente? Como os limites entre os sujeitos que arquivam e os objetos que são arquivados foram reconfigurados nesse processo? As manifestações que acontecem “ao vivo”, como a performance, são capazes de resistir ao arquivo? Ou será que o arquivo produz seu próprio tipo de performance? Esta edição especial de e-misférica investiga as formas em que acadêmicos, artistas e ativistas nas Américas estão usando e teorizando os “arquivos” para repensar a política do que é salvo (lembrado), e do que é descartado (esquecido), e no processo redefinir as formas representacionais através das quais o impensado e o não dito se tornam inteligíveis.
A data limite para enviar ensaios bibliográficos é 15 de novembro de 2011. Para contribuir com apresentações multimídia e resenhas, favor enviar uma proposta para os editores até 15 de outubro de 2011, e a data limite para a versão final dos trabalhos é 15 de novembro de 2011. Todas as contribuições, propostas e perguntas devem ser enviadas para os editores no endereço Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . Contribuições que não se adequem aos critérios editorias da revista não serão consideradas para publicação. Os nossos critérios editoriais e a nossa folha de estilo podem ser encontrados aqui. O envio de materiais antes da data limite é muito bem vindo.