
Rondando la fiesta: los no-lugares y la religiosidad popular en Antofagasta, Chile
Rondando a festa: os não-lugares e a religiosidade popular em Antofagasta, Chile
Na cidade costeira conhecida como Antofagasta -- a qual foi incorporada pelo Chile depois da Guerra do Pacífico, em 1879 -- o cobre é explorado e exportado. Este elemento é o principal meio ecônomico de subsistência do país que trouxe modernização para este porto industrial. A fim de conseguir mais exportações, as ruas de Antofagasta se transformaram em rodovias. A expansão da antiga rua “Salar del Carmen”, agora conhecida como Avenida Salvador Allende, causou a desapropriação de muitas casas antigas e metade da praça pública, a principal praça “Olivar”, onde por trinta anos as sociedades religiosas com sede em Antofagasta têm comemorado “La Tirana Chica”, um festival de fechamento do ciclo anual de celebrações à Nossa Senhora do Monte de Carmel (la Virgen del Carmen). “Rodando la Fiesta” conta a luta simbólica desta praça, um lugar não-religioso, assim entendido pelas companhias de minério como um "não-lugar". Fé e cobre encontram um espaço entre a modernização e a tradição.
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