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Rondando la fiesta: los no-lugares y la religiosidad popular en Antofagasta, Chile

BIO

Katherine Fritis Lattus recebeu um diploma em Antropologia da Universidad Bolivariana, no Chile. Sempre viveu na cidade de Antofagasta, no norte do Chile, onde está completando sua tese sobre danças religiosas. Sua pesquisa foca a identidade desta cidade industrial onde as pessoas encontram suas raízes na religiosidade popular, especialmente durante a peregrinação anual para o centro religioso La Tirana, altar da Padroeira do Chile, a Virgem de Monte Carmel.

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RESUMO

Rondando a festa: os não-lugares e a religiosidade popular em Antofagasta, Chile

Na cidade costeira conhecida como Antofagasta -- a qual foi incorporada pelo Chile depois da Guerra do Pacífico, em 1879 -- o cobre é explorado e exportado. Este elemento é o principal meio ecônomico de subsistência do país que trouxe modernização para este porto industrial. A fim de conseguir mais exportações, as ruas de Antofagasta se transformaram em rodovias. A expansão da antiga rua “Salar del Carmen”, agora conhecida como Avenida Salvador Allende, causou a desapropriação de muitas casas antigas e metade da praça pública, a principal praça “Olivar”, onde por trinta anos as sociedades religiosas com sede em Antofagasta têm comemorado “La Tirana Chica”, um festival de fechamento do ciclo anual de celebrações à Nossa Senhora do Monte de Carmel (la Virgen del Carmen). “Rodando la Fiesta” conta a luta simbólica desta praça, um lugar não-religioso, assim entendido pelas companhias de minério como um "não-lugar". Fé e cobre encontram um espaço entre a modernização e a tradição.

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